


Não, não fomos ao Oceanário. Fomos buscar uma surpresa vinda do norte, de seu nome
Yu e com uma prenda para a
M. no bolso (atenção, isto não é o que parece. Não fomos buscá-la só porque trazia uma prenda. Mas também. eheheh), a uma estação de comboios perto de si, fizemos uma espécie de pseudo-passeio turístico com tempo para actualização de conversas e fomos visitar a
Sara. Como de costume, quando se junta este pessoal, eu não sei onde se arranja tanto que conversar, que nem o almoço faz com que o
blábláblá pare. Talvez por não nos vermos tantas vezes como isso, num espaço físico, mas por encontrarmos sempre tanto onde nos tocamos, os reencontros sabem sempre tão bem. Mas mesmo no meio de tantas novidades, que parecem encurtar o tempo, o centro das atenções acaba por ser quase sempre a Clara:

Gira e simpática, rouba as atenções para si num ápice. Mas quando decide que está na hora da sesta... saiam da frente! E o pessoal saiu da frente. Uns para casa, outros para jantares românticos e a Clara para um passeio até casa da avó, a ver se acalmava...